terça-feira, 11 de Novembro de 2008

Surtos.

Aindam para aí umas viroses no ar que uma pessoa já nem está a salvo na sua própria casa, especialmente quando esta se apresenta por duas fortes frentes e nos esmaga... e àqueles de quem mais gostamos e que estão longe, inacreditavelmente.
O que eu quero dizer é que, depois de uma boa acção, tinha de vir um sacrifício ainda maior: só assim é que exigiria mesmo tudo de mim, não é verdade? E se for necessário um ainda maior, que venha a incapacidade de concentração e estudo e, por conseguinte, uma nota execrável na avaliação de sexta-feira - bora lá!

Que (des)ânimo tão paradoxalmente camuflado.

sexta-feira, 7 de Novembro de 2008

Mais valia... agarrar um desafio!

Foi uma semana difícil. Muito trabalho universitário, regresso em força e em forma aos treinos, preparados os compromissos para o fim-de-semana, apagados alguns fogos que incendiavam o mundo de alguns amigos. Sexta-feira: que bom! - pensava eu.

É normal que o pai e a mãe adoeçam os dois, no mesmo dia, sem comerem a mesma coisa desde o jantar de quarta-feira, com os mesmos sintomas e os mesmo mau-estares? Coincidência dos diabos! Quem decidiu uma sexta-feira assim para mim?



- Pai, mãe: aqui está o arroz dos doentes. Querem mais alguma coisa?



Já que fico por aqui, ouvindo as agonias, aproveito para pegar num desafio que descobri no Tempo Cronométrico.

6 coisas com que me preocupo:
. com o outro
. com a sociedade
. com a paz
. com a coerência
. com o equilíbrio
. com a boa forma

6 coisas com que não me preocupo:
. com a manicure e a pedicure
. com as tarefas domésticas
. com o reconhecimento
. com o impacto da diferença
. com o número de recomeços
. com o ontem e o amanhã

6 coisas de que gosto:
. descobrir o ser humano
. relacionar-me na diferença
. reflectir e debater para concluir
. criar nas diversas artes
. praticar actividade física
. recomeçar sempre

6 coisas de que não gosto:
. cumprir tarefas domésticas
. estudar para ser avaliada
. sentir-me sufocada
. não me conseguir exprimir
. perder o controlo
. afastar-me da coerência

6 coisas que me fazem sorrir:
. o dom da vida
. a liberdade
. o amor incondicional
. a dor como um trampolim
. o crescimento saudável
. a felicidade do outro

6 coisas que me entristecem:
. a mentira
. a injustiça
. o egocentrismo
. a insensibilidade
. a violência
. a distância

6 coisas que me definem:
. a inconstância
. a irreverência
. a perspicácia
. a versatibilidade
. o entusiamo
. a imprevisibilidade

E que pegue no desafio quem se sentir... com tempo para isso!

terça-feira, 4 de Novembro de 2008

Pretexto?

Nem sei como começar. Se pego o bordado por onde parei, ou se pego noutra linha e recomeço de outra ponta. Importa muito? Bem, se calhar não; o que importa é que se mantém o fundo e que continuo a bordar - não muito bem, diga-se de passagem! - no mesmo pano em que comecei há uns 10 meses. (palmas para mim? ups.)
E... querem saber? Já tinha vontade de voltar. Não sei bem porquê - ou, se calhar, se parar um pouco para pensar, o gosto pela escrita e a necessidade de expressão de um "eu-que-implode" sejam factores que geram essa vontade... -, mas a verdade é que estava para retornar já há um tempo, mas não sabia como.
Então, porquê hoje e como agora? Isso é outra história. (rodem o pano do bordado e reparem que a cor da linha foi mudada)

Faz hoje um ano. Há um ano a minha vida teve um marco de início de um capítulo muito lindo - pelo menos, o seu início... - da história da minha vida.
Nessa altura, não me importava que outros sonhos e certezas à minha volta desmoronassem; aquele início de capítulo elevava-me a um nível tal que o branco límpido das nuvens à minha volta me impediam de ver o negro lá em baixo.
Mas enfim, foi há um ano... O que foi há um ano não é hoje; não se esquece, mas não se pára aí.

Siga, motorista: desloque esse comboio pelo carril da estrada aérea!

quinta-feira, 31 de Julho de 2008

Regressar?

Chega à altura do ano em que supostamente se pensa em parar um pouco, acalmar a azáfama do quotidiano lectivo; e o que acontece comigo é... simplesmente, não parar.
Até me faz sentir bem isto de aproveitar as férias para fazer tantas coisas que não me são permitidas durante o chamado tempo útil, por diversos factores, externos e internos. Sim, sabe bem saltar daqui para ali e dali para aqui, com motivos muito concretos e que tanto me agradam... Ainda para mais, quando sinto que consegui resolver muito em bem este ano tão estranha e anormalmente preenchido de desequilíbrios e escolhas difíceis!
Porém, estou a chegar a um outro ponto. Sinto cansaço.
É como uma sensação de... necessidade de regresso. Não é um regresso ao passado, nem a uma circunstância específica, ou à companhia de determinadas pessoas; não!, é um regresso a casa.
Na verdade, depois de ter andado num espaço compreendido entre a Península de Setúbal e Braga, estou de novo naquele espaço a que chamo casa. No entanto, não sinto... Sinto cansaço.

Apetece-me regressar... mas não sei bem aonde.
Estarei de volta assim que descobrir onde devo chegar.

terça-feira, 8 de Julho de 2008

Só dois minutos:

volto já, um já de amanhã!

quarta-feira, 25 de Junho de 2008

Em suma, dias E's!

É véspera de dia D, de não sei de quê! Devia ser de dia E, de Exame... Que importa? Hoje é dia P, de Pressão. E como eu, pessoa descontraída, odeio estes dias...
O mundo gira, como acontece impreterivelmente, mas parece que o faz depressa demais para tudo o que eu gostava de ter tempo de fazer e devagar demais para que se aproxime o fim deste tormento! E que tormento...
Sendo uma pessoa tão cheia de vida, estranho que esta se pareça resumir, primeiro ao manter o curso ou mudar de curso e, depois da decisão de mudar, ao mudar para quê... A vida poderá resumir-se, em momento algum, a uma despedida à Economia e uma luta Psicologia vs Educação de Infância vs Comunicação? Não.

Os últimos dias têm sido de uma função exponencial... um E de Escolha elevado a qualquer coisa. Afinal, não passa por aí toda a nossa vida?

quinta-feira, 19 de Junho de 2008

#01 (adaptado dele)

- Podes escrever a cor-de-rosa... - dito ironicamente, para algum elemento desconhecido do sexo masculino.
- Que tens contra o cor-de-rosa? - intervenção como que divertida e ligeiramente afectada pelo comentário.

Foram de facto as primeiras palavras. E agora... após este tão curto espaço de tempo, no qual tanto vivemos... Ai: as palavras não chegam!
Prefiro fechar os olhos e sentir. (As palavras não são minhas amigas, definitivamente.) Fecho os olhos e sinto-te... É bom sentir. Xiu... ouve... sente... sentes? Coloca a mão aqui no meu peito. Sentes? Fá-lo muito por ti! Estás a saber educá-lo!
Paro. Olho para trás, para todos os tempos passados... para todos os meus dias desde que nasci... Penso... volto a pensar... Olho para a frente, para todos os tempos que virão... Penso... e penso outra vez em tom de conclusão... e... Ai... Obrigado por me fazeres sentir assim, feliz!Dificuldades?!... Pedras no caminho?!... Sim, normal. Mas apanhamo-las e vamos construindo com elas o nosso castelo!

Por ti e para ti! Por ti e por nós!

@ <3

É o 1º, sim... é referente a uma luzinha daquelas do dia 6... lembras-te? E lembras-te também que eram muitas? Boa! Então vê: não te livras de mim tão cedo! xD

Abraça-me... Abraço-te... Fechamos os olhos juntos...
Encostamos a cabeça um no outro, como nós sabemos fazer...
Respiramos... Partilhamos... Respeitamos... Vivemos...

AMO-TE ..... !